a xícara de chá de hoje
será saboreada com uma hilária e divertida história
vinda das boas lembranças da Bel :)
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já comentei isso aqui
que conheço essa menina há séculos
pois temos vários amigos em comum
acho que fui até na sua formatura de Química
e se procurarmos com calma poderemos encontrar as provas
já que simplesmente não nos lembramos desses encontros :)
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mas o destino não se fez de rogado
e cruzou nossas histórias mais uma vez
só que nosso reencontro ao vivo e a cores ficou um pouco complicadinho
pois ela mora há 12 anos ali em Indianápolis-USA :)
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well...
sinceramente não sei quando darei um super abraço nessa menina
mas enquanto esse dia não chega
vamos nos divertindo por aqui
entrando no túnel do tempo
imaginando a cena
dando boas risadas
e voltando à adolescência junto com minha super convidada Ana Izabel :)
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L i b e r d ad e n a P r a ç a
Bel Baugh
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Não é a toa que hoje sou supervisora do setor de Qualidade, afinal tenho muita
experiência em resolver problemas que surgem inesperadamente! Aí vai um
exemplo disso:
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1989 época boa… solteira, cheia de energia, estudando pro vestibular, e
bebendo todas com amigos que formaram comigo no segundo grau.
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Belo dia, estávamos na Savassi num barzinho bebendo umas e outras…
DETALHE: o apelido de um dos amigos era “Pinga” pra você ter uma idéia do
quanto a gente bebia…bom, e vai cerveja aqui e ali, no final nós já estávamos
pra lá de Bagdá e resolvemos ir embora… saímos caminhando na Cristóvão
Colombo em direção à Praça da Liberdade, quando me bateu uma vontade
LOUCA de fazer xixi. Grande foi o meu erro de contar isso para os meus amigos
– Em vez de tentarem me ajudar a achar um banheiro rapidinho, eles ficaram
é me fazendo rir, me apertando, etc e tal… só pra piorar minha situação que não
estava nada fácil. (Quem me conhece sabe, que tenho esse probleminha…HA HA!).
Enfim, eu naquela luta com eles, acabei empurrando o “Pinga” no chão, caí bem
em cima no colo dele…e bem…esvazei…. foi aquela gozação!
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Como estava perto da Praça da Liberdade, resolvi pular
na fonte pra “igualar” a cor da calça. Essa foi minha
brilhante solução!!!
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Chegar em casa bêbada, com a calça TODA molhada
e explicar pra minha mãe – isso foi outro problema
que tive que resolver, mas que não deixei por menos,
expliquei que choveu muito, mas que só pegou na
minha calça, muito interessante essa chuva, não?












