segunda-feira, 19 de março de 2012

chá das cinco com Bel Baugh



a xícara de chá de hoje
será saboreada com uma hilária e divertida história
vinda das boas lembranças da Bel :)
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já comentei isso aqui 
que conheço essa menina há séculos
pois temos vários amigos em comum
acho que fui até na sua formatura de Química
e se procurarmos com calma poderemos encontrar as provas
já que simplesmente não nos lembramos desses encontros :)
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mas o destino não se fez de rogado
e cruzou nossas histórias mais uma vez
só que nosso reencontro ao vivo e a cores ficou um pouco complicadinho
pois ela mora há 12 anos ali em Indianápolis-USA  :)
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well...
sinceramente não sei quando darei um super abraço nessa menina
mas enquanto esse dia não chega
vamos nos divertindo por aqui
entrando no túnel do tempo
imaginando a cena
dando boas risadas
e voltando à adolescência junto com minha super convidada Ana Izabel :)
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                  L i b e r d ad e   n a  P r a ç a
                                                Bel Baugh
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Não é a toa que hoje sou supervisora do setor de Qualidade, afinal tenho muita
experiência em resolver problemas que surgem  inesperadamente! Aí vai um
exemplo disso:
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1989 época boa… solteira, cheia de energia, estudando  pro  vestibular, e  
bebendo  todas  com amigos que formaram comigo no segundo grau.
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Belo dia, estávamos na Savassi num barzinho  bebendo umas e  outras…
DETALHE: o apelido de um dos amigos era “Pinga” pra você ter uma idéia do
quanto a gente  bebia…bom, e vai  cerveja  aqui  e  ali, no  final nós já estávamos
pra lá de Bagdá e resolvemos ir embora… saímos caminhando na Cristóvão
Colombo  em direção à Praça da Liberdade,  quando me bateu uma vontade
LOUCA de fazer xixi.  Grande foi o meu erro de contar isso para os meus amigos
–  Em vez de tentarem me ajudar a achar um banheiro rapidinho, eles ficaram
é me fazendo rir, me apertando, etc e tal… só pra piorar minha situação que não
estava nada fácil. (Quem me conhece sabe, que tenho esse probleminha…HA HA!).
Enfim, eu naquela luta com eles, acabei empurrando o “Pinga” no chão, caí bem
em cima no colo dele…e bem…esvazei…. foi aquela gozação! 
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E agora? O que fazer pra esconder a minha vergonha? 
Como estava perto da Praça da Liberdade, resolvi pular
na fonte pra “igualar” a cor da calça.  Essa foi minha
brilhante solução!!! 
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Chegar em casa bêbada, com a calça TODA molhada
e explicar pra minha mãe – isso foi outro problema
que tive que resolver, mas que não deixei por menos,
expliquei que choveu muito, mas que só pegou na
minha calça, muito interessante essa chuva, não?





12 comentários:

AL disse...

Adoro essa história! E como sua mãe acreditou nesta desculpa é que eu, até hoje, não sei!
10 dias!
Bjs

Mary disse...

Oi Bel, e o Pinga, também ficou todo molhado??? Que cena!!!!!
Adorei. Fiquei rindo sozinha.
Beijos para vocês

Wander Rodrigues disse...

Odeio essas chuvas que pegam só da cintura pra baixo... haha
Senti que o empurrão foi proposital!

Claudia Oliveira disse...

ô gente! ri demais imaginando a Bel nessa situação!!!!

e aí Bel, a formatura de Química foi no Cefet mesmo? lembrei direito??? rs

beijos
claudinha

Bel disse...

eu deixei uma "marquinha" no Pinga, coitado! hahaha...
Wander, pois e'...ainda bem que vc conhece essas chuvas!
Claudinha, eu nao formei no Cefet nao...hahah....

Beatriz disse...

Bel: ótima história. Eu teria morrido de vergonha... O Pinga ainda mantém contato? É o tipo da histótia que eu gostaria de ver contada pelo outro personagem.... O que ele sentiu com a chuva em cima dele.
Beijos e parabéns pela sua história. Amei

Bel disse...

Oi Beatriz! Ja fazem muitos anos que não tenho noticia, nem sei como procura-lo pq o nome verdadeiro eu não sei! Hahaha!!!!

Lulucia disse...

Gente, a Bel aprontou todas!! Ficava morrendo de preocupação, mas graças a Deus tudo passou e hoje é meu orgulho. É uma grande pessoa e minha filha querida. Bjs Claudinha e parabens pelo Blog. Ana lucia

Lulucia disse...

Claudinha, a Bel aprontou todas, me preocupava bastante, sabe como são as mães, mas sempre me deu muitas alegrias. Afinal se tornou uma grande mulher, forte, decidida e uma filha querida. Ela ainda tem muitas estórias pra contar! Um bj Lulucia

Lulucia disse...

Ana Lucia Pedras, as mães são crédulas e confiam no anjo da guarda dos filhos. Lulucia

Claudia Oliveira disse...

dona Ana que bom ter a senhora por aqui!!! :)

mais uma Ana para nossa turma!

que tal escrever um texto contando as peraltices dos seus meninos?

adoro histórias de mães!!!! :)

beijos
claudinha

AL disse...

Claudinha, Dona Ana é cheia de histórias. Apoio o convite. Bjs